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segunda-feira, 16 de junho de 2014
Dicas básicas para ter um relacionamento perfeito com a babá
Você sonha em voltar ao trabalho com tranquilidade, sabendo que seu filho está sendo cuidado por uma pessoa carinhosa, dedicada e calma. Mas teme entrar em conflito com a profissional que ficará responsável pela criança. A seguir, veja as nossas dicas para que a relação entre vocês seja amigável.
Confie na babá
É importante que você tenha segurança em deixar seu filho aos cuidados de alguém. Para que esse laço de confiança exista, seja seletiva na contratação. Escolha uma babá que tenha compatibilidade com o perfil de sua família – para descobrir se há essa similaridade de hábitos, converse com ela e pergunte sobre o que faria em determinadas situações (diante de birra, de falta de apetite da criança, etc). Preste atenção se, ao ouvir a candidata falando, é possível notar que ela tem carinho ao falar de crianças.
Outro cuidado essencial é pedir referências anteriores e checá-las. Em agências de babás, os nomes dos contratantes na carteira de trabalho são procurados e questionados sobre o desempenho da profissional.
Combine detalhes burocráticos
Se você optou por contratar a babá, negocie com ela, logo na primeira conversa, questões trabalhistas: salário, frequência de folgas, horário de entrada e de saída, se haverá vale-transporte e permissão para usar o telefone da casa. Também questione se ela terá disponibilidade para viajar com a família ou dormir por uma noite em sua casa. Formalizar esses combinados pode evitar decepções e atritos futuros. Não se esqueça de respeitar as leis e direitos dos trabalhadores domésticos.
Comunique qual rotina deve ser seguida
Você sabe que é essencial para a saúde do seu filho que uma rotina seja seguida. Portanto, explique à babá detalhes como o horário em que ele deve se alimentar, tirar a soneca, brincar e dormir, por exemplo. Explique a ela qual a pomada é usada para assadura e a quais substâncias a criança é alérgica. A babá pode discordar de algum hábito da família – mesmo assim, deve seguir as práticas dos pais. Esclareça que não cabe a ela modificar as regras, sem comunicar anteriormente.
Tenham contato diário
Diga à babá qual forma de comunicação você prefere: chat online, mensagem de celular, ligação ou e-mail. Também deixe anotado em um papel outros números que possam ser contatados em caso de emergência – pode ser o dos avós ou de sua vizinha, por exemplo.
Mas atenção: não é só em situações extremas que vocês devem conversar. A comunicação precisa ser constante. Todo dia, a babá deve contar aos pais se a criança se comportou de forma estranha, demonstrou falta de apetite ou machucou o joelho no escorregador do parquinho, por exemplo. Os momentos bons também podem ser compartilhados, como o filme que seu filho viu à tarde e adorou. Esse hábito de contato diário, além de beneficiar a criança, é uma forma de resolver possíveis desentendimentos de imediato. A relação de confiança vai se estabelecendo ainda mais.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Obaaaa, férias!
Comidas diferentes, uma cama que não é a nossa, fuso horário maluco, rotina alterada. Se viagens podem estressar adultos, imagina crianças! Sabendo disso, te ajudamos a aproveitar melhor os passeios na companhia dos filhotes, com ideias simples e que funcionam. Afinal de contas, as férias estão chegando e muitas famílias amam sair da rotina. Aproveite!
•Se for viajar de carro, faça paradas mais frequentes para que as crianças possam comer, tomar água, se movimentar um pouco e ir ao banheiro. Já se o meio de transporte for o avião, leve brinquedos, lanches, sucos e atividades para mantê-las ocupadas. Durante decolagens e pousos, ofereça um snack para ajudar as crianças a diminuir os efeitos das diferenças de pressão dentro da cabine.
•Sempre tenha sucos e biscoitos na bolsa e evite alimentos muito condimentados. Muitos restaurantes têm cardápios específicos para crianças e isso pode ser uma ajuda e tanto! Vale evitar frutos do mar, frituras e chocolates.
•Vai alugar um carro quando chegar? Lembre-se de reservar assentos como booster, bebê-conforto ou cadeirinha às empresas de translado ou aluguel de carro com antecedência para não faltar! Já sobre os carrinhos, prefira os modelos tipo guarda-chuva, mais leves e fáceis de carregar quando dobrados. E se for visitar uma região fria ou chuvosa, não se esqueça dos quebra-ventos removíveis.
•Adquira um seguro viagem e leve um pequeno kit com itens indicados pelo pediatra de acordo com o destino – tropical, frio ou em altitude elevada -, como protetor solar, repelente de insetos, pomadas para picadas e gel antisséptico. Assim que possível, ao chegar, pesquise onde adquirir itens básicos como fraldas, pomada para assadura e leite em pó.
•Escolha as atrações mais apropriadas para cada idade. As menorzinhas adoram atividades lúdicas, com as quais possam interagir, e não têm nenhuma paciência para ficar em filas intermináveis. Portanto, vale a pena pensar em uma atração menor, na qual elas possam repetir a brincadeira à exaustão (os pequenos normalmente não se importam em fazer uma coisa várias vezes). Para os maiores, as vontades serão externadas muitas vezes com base no que ouviram na escola sobre as experiências dos amigos. Negocie o que dá ou não para fazer.
•Antes de escolher o hotel ou pousada, veja quais possuem estrutura com playground, piscina infantil e cozinha disponível e básica para esquentar a mamadeira ou preparar papinhas. Se o lugar tiver equipes de entretenimento e babás, os pais podem dar uma escapadinha, e visitar museus ou programar um jantar especial.
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