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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Dicas de decoração - Moldura com brinquedos



Você pode montar uma moldura bem bacana e diferente para quadro de fotos, porta-retratos ou o que mais sua imaginação permitir.
Veja como é simples.

1. Escolha o tipo de brinquedo que deseja utilizar. Pode ser esse da foto que se chama "engenheiros", da marca Xalingo, Lego, quebra-cabeças ou qualquer outro. O ideal é escolher um brinquedo que permita que as peças deem um acabamento regular.

2. Vá montando um mosaico do meio até uma das laterais. Não comece por nenhuma quina.

3. Antes de colar, faça uma pré-montagem completa do mosaico para não correr o risco de faltar ou não encaixar alguma peça.

4. Feito o teste, é hora de colar as peças com cola quente.

5. Deixe secar por algumas horas e pronto!

E aí, vamos tentar fazer?!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Qual é o melhor brinquedo de acordo com a idade da criança?



 As palavras “brincar” e “brinquedo”, estão relacionadas com o mais importante que nos dá a infância: o desenvolvimento e a formação da personalidade. É como a criança experimenta a vida.
Pensar que um brinquedo mais difícil, ou seja, indicado para uma idade maior, pode estimular ainda mais (ou melhor) o seu filho, pode ser um problema. O importante é observar a fase em que a criança vivencia, e quais habilidades ela está desenvolvendo naquele momento, até para aproveitar o brinquedo da melhor maneira possível.

0 a 1 ano
O bebê precisa de itens que estimulem seus sentidos e contribuam para seu desenvolvimento motor. A partir de 4 meses pode manipular chocalhos, mordedores, bonecos de pano que ele pode apertar. Até os 5 meses, a criança se sente atraída pelos móbiles bem coloridos e com sons. Mas, a partir disso, eles se tornam perigosos: a criança pode pegar e puxar para cima dela. Essa fase ainda comporta os tapetes de atividades: a criança ainda não senta, mas mexe com os diversos tipos de acessórios do brinquedo. Quando consegue ficar sentado, entre 6 e 8 meses, pega e examina os brinquedos com as mãos e suas formas, lados, cores, sons. Aos 9 meses, aperta os botões e adora provocar os barulhos dos brinquedos sonoros.

1 a 3 anos
Nessa fase em que começa a andar, os itens ao redor dele (inclusive os da casa!) chamam mais a atenção do bebê: ele quer mexer em tudo. É também nesse momento que ele passa a se relacionar com outras crianças e, na companhia delas ou não, a fazer o que chamamos de “imitar a vida adulta”. Assim, são sucesso brinquedos de telefone, ou os que a criança brinca de dirigir ou de cozinhar, bonecas para ninar etc. Quanto menor a criança, mais ela precisa de brinquedos que a façam se movimentar, como carrinhos de empurrar. É hora também da massinha de modelar, de pintar com as pontas dos dedos e de experimentar firmar o lápis de cera, desenvolvendo a coordenação motora fina e estimulando a criatividade. A criança passa a treinar com as peças de encaixar, de pano e espuma para os mais novos, e de plástico ou madeira para os mais velhos.

3 a 6 anos
Nessa fase ainda é importante ter brinquedos que exercitem a motricidade fina da criança, que passa a brincar mais em conjunto com os colegas e, ao mesmo tempo, com mais concentração. Assim, os kits de criatividade e outros itens com opções para montar e construir, são super indicados. O faz de conta também passa a ocupar grande parte das brincadeiras da criança e os heróis, princesas e até os tipos de profissões entram para ficar. Junto deles, os cenários completam a fantasia: o teatro, navios, castelos, casinhas de boneca. Habilidades como estratégia e memória ficam ainda mais aguçadas, é nesta fase que surgem os primeiros jogos (os mais simples como dominó e memória) e quebra-cabeças. Cheia de energia, a criança é atraída pelo movimento: carrinhos, motos, trens, aviões e, claro, as bicicletas. A partir dos 4 anos, mover um brinquedo por controle remoto é um grande desafio.

A partir de 6 anos

Até mesmo por estarem na fase de alfabetização e por entender mais a lógica por trás das decisões estratégicas, os jogos de competição passam a ser mais bem aproveitados pelas crianças. Não tem regra: os de tabuleiro, sorte, estratégia, cartas ou dados são o forte dessa fase. É também nesse período que a imaginação “serve” a outros propósitos: se antes imitam a vida do adulto, agora as bonecas e bonecos representam o que a criança quer ser quando se imagina adulta.