O quarto de bebê merece uma decoração na medida certa, que leve em conta o conforto e as necessidades do pequeno morador. Os pais normalmente se divertem com a montagem do cômodo e procuram trabalhar com diferentes elementos decorativos que ditam o rumo do projeto, como as cores, móveis, acessórios e revestimentos.
Quem deseja fugir do óbvio e elaborar uma decoração mais original para o quarto do bebê pode se inspirar na temática retrô. A proposta consiste basicamente em resgatar tendências de outras épocas, ou seja, montar o ambiente com releituras de móveis e acessórios que se consagraram nas décadas de 40, 50, 60 e 70.
Mamães e papais se identificam com o estilo retrô ou vintage, afinal, os elementos visuais criam uma atmosfera acolhedora, nostálgica e delicada.
Existem diversas formas de ressaltar o clima retrô, como o uso de estampas de poás e listras. Esta aposta é muito eficaz na decoração, principalmente na hora de trabalhar com os têxteis e com papel de parede. Quanto ao mobiliário, ele é composto por peças com estilo clássico, e de preferência em tons pastéis.
As luminárias também se destacam como elementos decisivos neste tipo de decoração. O lustre, por exemplo, pode ficar pendente e proporcionar uma saudosa viagem ao passado. Acessórios como brinquedos antigos também ajudam a criar um clima nostálgico.
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segunda-feira, 23 de março de 2015
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Dicas de decoração - Como criar o cantinho do bebê no quarto dos pais
Nem todo mundo tem um quarto sobrando em casa e, então, precisa colocar o berço no quarto do casal. E como fazer isso da melhor forma? Separamos algumas dicas que podem te ajudar e fazer com que esse momento seja de alegria, e não de preocupações.
A primeira dica é sobre a cor dos móveis. Não deixe que as novas peças tirem a harmonia da decoração já existente e escolha cores que combinem com o jogo de quarto do casal. Uma escolha que não permite falhas é a de móveis brancos ou madeira crua, que são suaves e neutros.
1. Berço
Este é o móvel mais importante – e muitas vezes o mais difícil de ser escolhido. Você pode optar por um modelo que acompanha o crescimento da criança e pode ser adaptado como uma mini cama, anexado a cama do casal, que facilita os cuidados com o bebê durante a madrugada.
2.Guarda-roupa
Nada de usar o guarda-roupa do casal. Vocês já estão acostumados ao uso total do espaço e limitá-lo pode ser um problema. Modelos de guarda-roupa infantil são excelentes opções por ocupar pouco espaço e ser eficiente na hora de organizar.
3.Cômodas
Existem modelos com excelente espaço para organização, além de permitir que alguns acessórios sejam colocados em cima do móvel. São diversos modelos que oferecem diferentes opções. Existem alguns modelos com gavetas grandes e alguns nichos, excelentes na hora de organizar todos os acessórios do bebê. Já outros, vem com um armário, que permite pendurar as peças de roupa que são um pouquinho maiores.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Qual é o melhor brinquedo de acordo com a idade da criança?
As palavras “brincar” e “brinquedo”, estão relacionadas com o mais importante que nos dá a infância: o desenvolvimento e a formação da personalidade. É como a criança experimenta a vida.
Pensar que um brinquedo mais difícil, ou seja, indicado para uma idade maior, pode estimular ainda mais (ou melhor) o seu filho, pode ser um problema. O importante é observar a fase em que a criança vivencia, e quais habilidades ela está desenvolvendo naquele momento, até para aproveitar o brinquedo da melhor maneira possível.
0 a 1 ano
O bebê precisa de itens que estimulem seus sentidos e contribuam para seu desenvolvimento motor. A partir de 4 meses pode manipular chocalhos, mordedores, bonecos de pano que ele pode apertar. Até os 5 meses, a criança se sente atraída pelos móbiles bem coloridos e com sons. Mas, a partir disso, eles se tornam perigosos: a criança pode pegar e puxar para cima dela. Essa fase ainda comporta os tapetes de atividades: a criança ainda não senta, mas mexe com os diversos tipos de acessórios do brinquedo. Quando consegue ficar sentado, entre 6 e 8 meses, pega e examina os brinquedos com as mãos e suas formas, lados, cores, sons. Aos 9 meses, aperta os botões e adora provocar os barulhos dos brinquedos sonoros.
1 a 3 anos
Nessa fase em que começa a andar, os itens ao redor dele (inclusive os da casa!) chamam mais a atenção do bebê: ele quer mexer em tudo. É também nesse momento que ele passa a se relacionar com outras crianças e, na companhia delas ou não, a fazer o que chamamos de “imitar a vida adulta”. Assim, são sucesso brinquedos de telefone, ou os que a criança brinca de dirigir ou de cozinhar, bonecas para ninar etc. Quanto menor a criança, mais ela precisa de brinquedos que a façam se movimentar, como carrinhos de empurrar. É hora também da massinha de modelar, de pintar com as pontas dos dedos e de experimentar firmar o lápis de cera, desenvolvendo a coordenação motora fina e estimulando a criatividade. A criança passa a treinar com as peças de encaixar, de pano e espuma para os mais novos, e de plástico ou madeira para os mais velhos.
3 a 6 anos
Nessa fase ainda é importante ter brinquedos que exercitem a motricidade fina da criança, que passa a brincar mais em conjunto com os colegas e, ao mesmo tempo, com mais concentração. Assim, os kits de criatividade e outros itens com opções para montar e construir, são super indicados. O faz de conta também passa a ocupar grande parte das brincadeiras da criança e os heróis, princesas e até os tipos de profissões entram para ficar. Junto deles, os cenários completam a fantasia: o teatro, navios, castelos, casinhas de boneca. Habilidades como estratégia e memória ficam ainda mais aguçadas, é nesta fase que surgem os primeiros jogos (os mais simples como dominó e memória) e quebra-cabeças. Cheia de energia, a criança é atraída pelo movimento: carrinhos, motos, trens, aviões e, claro, as bicicletas. A partir dos 4 anos, mover um brinquedo por controle remoto é um grande desafio.
A partir de 6 anos
Até mesmo por estarem na fase de alfabetização e por entender mais a lógica por trás das decisões estratégicas, os jogos de competição passam a ser mais bem aproveitados pelas crianças. Não tem regra: os de tabuleiro, sorte, estratégia, cartas ou dados são o forte dessa fase. É também nesse período que a imaginação “serve” a outros propósitos: se antes imitam a vida do adulto, agora as bonecas e bonecos representam o que a criança quer ser quando se imagina adulta.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Dicas básicas para ter um relacionamento perfeito com a babá
Você sonha em voltar ao trabalho com tranquilidade, sabendo que seu filho está sendo cuidado por uma pessoa carinhosa, dedicada e calma. Mas teme entrar em conflito com a profissional que ficará responsável pela criança. A seguir, veja as nossas dicas para que a relação entre vocês seja amigável.
Confie na babá
É importante que você tenha segurança em deixar seu filho aos cuidados de alguém. Para que esse laço de confiança exista, seja seletiva na contratação. Escolha uma babá que tenha compatibilidade com o perfil de sua família – para descobrir se há essa similaridade de hábitos, converse com ela e pergunte sobre o que faria em determinadas situações (diante de birra, de falta de apetite da criança, etc). Preste atenção se, ao ouvir a candidata falando, é possível notar que ela tem carinho ao falar de crianças.
Outro cuidado essencial é pedir referências anteriores e checá-las. Em agências de babás, os nomes dos contratantes na carteira de trabalho são procurados e questionados sobre o desempenho da profissional.
Combine detalhes burocráticos
Se você optou por contratar a babá, negocie com ela, logo na primeira conversa, questões trabalhistas: salário, frequência de folgas, horário de entrada e de saída, se haverá vale-transporte e permissão para usar o telefone da casa. Também questione se ela terá disponibilidade para viajar com a família ou dormir por uma noite em sua casa. Formalizar esses combinados pode evitar decepções e atritos futuros. Não se esqueça de respeitar as leis e direitos dos trabalhadores domésticos.
Comunique qual rotina deve ser seguida
Você sabe que é essencial para a saúde do seu filho que uma rotina seja seguida. Portanto, explique à babá detalhes como o horário em que ele deve se alimentar, tirar a soneca, brincar e dormir, por exemplo. Explique a ela qual a pomada é usada para assadura e a quais substâncias a criança é alérgica. A babá pode discordar de algum hábito da família – mesmo assim, deve seguir as práticas dos pais. Esclareça que não cabe a ela modificar as regras, sem comunicar anteriormente.
Tenham contato diário
Diga à babá qual forma de comunicação você prefere: chat online, mensagem de celular, ligação ou e-mail. Também deixe anotado em um papel outros números que possam ser contatados em caso de emergência – pode ser o dos avós ou de sua vizinha, por exemplo.
Mas atenção: não é só em situações extremas que vocês devem conversar. A comunicação precisa ser constante. Todo dia, a babá deve contar aos pais se a criança se comportou de forma estranha, demonstrou falta de apetite ou machucou o joelho no escorregador do parquinho, por exemplo. Os momentos bons também podem ser compartilhados, como o filme que seu filho viu à tarde e adorou. Esse hábito de contato diário, além de beneficiar a criança, é uma forma de resolver possíveis desentendimentos de imediato. A relação de confiança vai se estabelecendo ainda mais.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Hora do banho!
O primeiro banho do bebê é sempre uma grande emoção para os pais. Muitas vezes, para os de primeira viagem, essa emoção é nervoso: medo de o bebê se afogar, de entrar água no ouvido... Nessa hora, a gente precisa lembrar que ele passou nove meses dentro d`água, na barriga da mãe. Esse contato, para ele, além de natural, é muito prazeroso.
Para que esse banho seja confortável para você também, procure a maior banheira que couber no seu banheiro. Além de durar mais - o bebê vai usá-la até pelo menos 1 ano - uma banheira mais funda evita que o corpinho do neném fique muito fora d`água e ele passe frio.
Muitas banheiras já têm uma tampa-trocador, o que é muito prático para vesti-lo no banheiro mesmo. Outras mudam de cor, avisando quando a água está muito quente. Termômetros ajudam, mas o cotovelo da mãe é a melhor medida: se a água estiver confortável, está ótimo. Existem ainda banheiras-ôfuro, que parecem uns baldinhos onde os bebês ficam sentados como ficavam no útero. Para viagens, você vai precisar de uma banheira portátil: existem as desmontáveis e as infláveis, que não ocupam espaço quase nenhum na mala do carro e são bem práticas para carregar.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Meu filho caiu e quebrou um dente... o que fazer?
As crianças quando aprendem a andar, não param quietas. Correm pra lá e pra cá, pulam de um lado para o outro e... Não tem jeito: os tombos são inevitáveis. Os pais entram em pânico quando, no meio de tanta estripulia ela cai, bate a boca e quebra ou mesmo arranca um dente.
Primeiro conselho: não entre em desespero absoluto. Os procedimentos que você verá a seguir servem, inclusive, para o dente-de-leite. Não pense que só é preciso correr para o consultório quando se trata de um dente permanente. Um profissional precisa avaliar o quadro o quanto antes.
Pegue o pedaço ou o dentinho que se soltou. Mesmo que esteja enlameado, não o esfregue na tentativa de limpá-lo em hipótese alguma. A limpeza para tirar os restos de terra, por exemplo, pode matar os delicadíssimos ligamentos do dente e atrapalhar um eventual reimplante.
Se o dente não estiver imundo, coloque o dente na sua boca. Isso mesmo!
Por questões de pH , a boca é o ambiente ideal para o dentinho aguardar a chegada no dentista vivo. Ele é um tecido vivo. Se ressecar e morrer no trajeto, esqueça o reimplante.
Não dá para colocá-lo na boca? Então, mergulhe-o em um recipiente com soro fisiológico.
Leve a criança o mais rápido possível para o dentista. Para obter sucesso, o reimplante deve ser feito em, no máximo, uma hora. Se o dente ainda for de leite, dependendo do tipo de trauma sofrido, o especialista pode optar por evitar o reimplante, se notar que ele atrapalhará o nascimento do permanente.
Consulte sempre seu médico!
Indicações de primeiros socorros baseadas no site bebe.com.br
Primeiro conselho: não entre em desespero absoluto. Os procedimentos que você verá a seguir servem, inclusive, para o dente-de-leite. Não pense que só é preciso correr para o consultório quando se trata de um dente permanente. Um profissional precisa avaliar o quadro o quanto antes.
Pegue o pedaço ou o dentinho que se soltou. Mesmo que esteja enlameado, não o esfregue na tentativa de limpá-lo em hipótese alguma. A limpeza para tirar os restos de terra, por exemplo, pode matar os delicadíssimos ligamentos do dente e atrapalhar um eventual reimplante.
Se o dente não estiver imundo, coloque o dente na sua boca. Isso mesmo!
Por questões de pH , a boca é o ambiente ideal para o dentinho aguardar a chegada no dentista vivo. Ele é um tecido vivo. Se ressecar e morrer no trajeto, esqueça o reimplante.
Não dá para colocá-lo na boca? Então, mergulhe-o em um recipiente com soro fisiológico.
Leve a criança o mais rápido possível para o dentista. Para obter sucesso, o reimplante deve ser feito em, no máximo, uma hora. Se o dente ainda for de leite, dependendo do tipo de trauma sofrido, o especialista pode optar por evitar o reimplante, se notar que ele atrapalhará o nascimento do permanente.
Consulte sempre seu médico!
Indicações de primeiros socorros baseadas no site bebe.com.br
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