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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Dicas de decoração - Ambiente bonito e seguro
Não adianta contestar. É fato que a rotina de uma casa muda com a chegada de uma criança. E a dúvida que fica é a seguinte: é possível unir beleza e segurança em um mesmo local? A resposta é sim.
Além da segurança, é preciso pensar em praticidade, evitando manutenção e despesas desnecessárias. E se antigamente as crianças tinham de se "adaptar" aos móveis, atualmente o mobiliário já é projetado pensando nos pimpolhos.
Como foi o caso neste projeto, utilizamos móveis direcionados à pequena. Além de buscar mobiliários multiusos, como sofás baú e nichos, que facilitam na hora de guardar brinquedos e utensílios, por exemplo.
Investir em um espaço para estudos e brincadeiras é imprescindível. Espalhamos porta-lápis e canetas, papéis de desenho e ainda revestimos as portinhas do armário com uma placa de metal laqueada.
Projeto em parceria com Bianca Assuf.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Como escolher o transporte escolar
Diante da rotina atarefada de pais que trabalham, cuidam da casa, estudam e reservam um espaço na agenda para a prática de esporte e lazer, fica cada vez mais complicado deixar e pegar os filhos na escola, sem falar do transito caótico que ocupa parte do dia em que outras coisas poderiam ser resolvidas.
É por conta disso que os transportes escolares são solicitados por muitos pais, que normalmente, recorrem à escola e à indicação de outros pais para escolher a melhor opção.
Mas, você sabe como identificar se o transporte escolar, seja ele van ou ônibus da própria escola, é seguro? Então, leia as próximas linhas para descobrir e não mais se preocupar.
- A Secretaria Municipal de Transportes do RJ ( isso vale para as demais cidades do país) recomenda que os pais e responsáveis contratem apenas o transporte escolar cadastrado e regulamentado pela prefeitura, que fornece consulta online ou por telefone.
- É importante fazer uma consulta ao órgão responsável para saber se o veículos e o condutor estão regulares.
- Para identificar um veículo cadastrado, os pais devem checar, no certificado de vistoria, localizado no para-brisa dianteiro, se o transporte foi vistoriado recentemente e, na dúvida, basta consultar o site da prefeitura. Devem conferir, também, se o transportador possui um monitor para auxiliar as crianças. O veículo deve ter pintura de faixa horizontal de 40 centímetros na cor amarela, nas laterais e na parte traseira, contendo a palavra “escolar” na cor preta e o número de ordem de registro na secretaria de transportes, placa na cor vermelha.
- O veículo precisa ter, ainda, seguro contra acidentes. Já o condutor deve ter idade superior a 21 anos e com habilitação na categoria “D”.
- Os pais também podem verificar a limpeza do veículo e checar se os cintos de segurança estão em condições adequada.
- Além da indicação dos pais, outra maneira de obter dicas sobre empresas de transporte escolar é junto às instituições de ensino. Algumas oferecem ônibus próprio e, nesse caso, a preocupação é menor.
- É fundamental sempre fechar contrato por escrito, mantendo uma cópia para eliminar dúvidas futuras. É também preciso verificar se existe uma empatia entre o transportador e a família e checar o itinerário que o transportador irá fazer, os horários para a chegada e a saída da escola, para que o pequeno não perca o transporte e também não passe muito tempo em transito no veículo. Sem falar que é necessário anotar os telefones e endereço do transportador.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Dicas básicas para ter um relacionamento perfeito com a babá
Você sonha em voltar ao trabalho com tranquilidade, sabendo que seu filho está sendo cuidado por uma pessoa carinhosa, dedicada e calma. Mas teme entrar em conflito com a profissional que ficará responsável pela criança. A seguir, veja as nossas dicas para que a relação entre vocês seja amigável.
Confie na babá
É importante que você tenha segurança em deixar seu filho aos cuidados de alguém. Para que esse laço de confiança exista, seja seletiva na contratação. Escolha uma babá que tenha compatibilidade com o perfil de sua família – para descobrir se há essa similaridade de hábitos, converse com ela e pergunte sobre o que faria em determinadas situações (diante de birra, de falta de apetite da criança, etc). Preste atenção se, ao ouvir a candidata falando, é possível notar que ela tem carinho ao falar de crianças.
Outro cuidado essencial é pedir referências anteriores e checá-las. Em agências de babás, os nomes dos contratantes na carteira de trabalho são procurados e questionados sobre o desempenho da profissional.
Combine detalhes burocráticos
Se você optou por contratar a babá, negocie com ela, logo na primeira conversa, questões trabalhistas: salário, frequência de folgas, horário de entrada e de saída, se haverá vale-transporte e permissão para usar o telefone da casa. Também questione se ela terá disponibilidade para viajar com a família ou dormir por uma noite em sua casa. Formalizar esses combinados pode evitar decepções e atritos futuros. Não se esqueça de respeitar as leis e direitos dos trabalhadores domésticos.
Comunique qual rotina deve ser seguida
Você sabe que é essencial para a saúde do seu filho que uma rotina seja seguida. Portanto, explique à babá detalhes como o horário em que ele deve se alimentar, tirar a soneca, brincar e dormir, por exemplo. Explique a ela qual a pomada é usada para assadura e a quais substâncias a criança é alérgica. A babá pode discordar de algum hábito da família – mesmo assim, deve seguir as práticas dos pais. Esclareça que não cabe a ela modificar as regras, sem comunicar anteriormente.
Tenham contato diário
Diga à babá qual forma de comunicação você prefere: chat online, mensagem de celular, ligação ou e-mail. Também deixe anotado em um papel outros números que possam ser contatados em caso de emergência – pode ser o dos avós ou de sua vizinha, por exemplo.
Mas atenção: não é só em situações extremas que vocês devem conversar. A comunicação precisa ser constante. Todo dia, a babá deve contar aos pais se a criança se comportou de forma estranha, demonstrou falta de apetite ou machucou o joelho no escorregador do parquinho, por exemplo. Os momentos bons também podem ser compartilhados, como o filme que seu filho viu à tarde e adorou. Esse hábito de contato diário, além de beneficiar a criança, é uma forma de resolver possíveis desentendimentos de imediato. A relação de confiança vai se estabelecendo ainda mais.
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